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    Comecei a blogar em dezembro de 2008 e no início de 2010 lancei a versão atual, resultado de congressos, aulas, workshops e inúmeros projetos realizados nos últimos anos sobre o que o mercado chama de "analytics".

    Aproveite!

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Finalizando esta etapa

Queridos leitores, amigos e colaboradores.

Este post é o último desta etapa.

Agradeço a participação de todos, os inúmeros pedidos, as contribuições e críticas sempre educadas.

Escrever estas passagens cotidianas serviu para organizar os pensamentos, exteriorizar temas que ficam guardados em “bunkers corporativos” , conhecer inúmeras pessoas e, perceber que existe muito para ser construído.

Pretendo mergulhar em novas frentes de estudo e amadurecer novos formatos para dar continuidade neste projeto de divulgação de analytics.

O blog ficará no ar até meados de setembro.

O acerco ficará disponível para contatos via email.

Até breve e seja feliz!

Agradeço se puder responder um questionário de 5 perguntas clicando no link abaixo.

https://docs.google.com/forms/d/14tUaBvj67OAybI_tPKnl-e-2a4rKSMK9shNTvCXv-A4/viewform

 

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Vagas de trabalho 10

Função: especialista em modelagem preditiva e estatística multivariada

nível: pleno / senior

local: São Paulo

Desejável: conhecimentos em modelagem estatística sobre dados de Ecommerce

A última (e pior) impressão é a que fica

Certamente você já ouviu a expressão “a primeira impressão é a que fica”.  Segundo pesquisas em neuromarketing, o cérebro humano tem a característica de armazenar as últimas experiências e as experiências negativas, e essa característica contribuiu para estarmos aqui hoje enquanto espécie bem sucedida.

Nas questões mercadológicas a frase poderia ser trocada por “a última impressão é a que fica” ou também por “a pior impressão é a que fica”.

Um cliente insatisfeito não reclama mais do que um satisfeito?  Não tem gente que perde o dia quando descobre um risco de 1 cm na pintura do carro? Seu amigo passa 5 dias numa praia paradisíaca e na volta só fala sobre a fila no pedágio? De fato nossa atenção prioriza notícias ruins. Com isso, nós enquanto consumidores tendemos a dar mais importância para os últimos momentos de uma transação de consumo e lembramos sobretudo do que foi negativo.

Uma família passou o feriado de carnaval num conhecido clube social nas Perdizes em São Paulo. Já contaram para mais de 10 pessoas que o clube é péssimo, pois não deixaram a filha entrar no tobogã de água por causa do limite de altura quando a régua de medir a altura é que estava fora de posição.

Agora analise comigo a seguinte situação: um cliente vai até um supermercado de ótima reputação e anúncios prometendo um lugar bonito, feliz e agradável para fazer compras. Passa 45 minutos escolhendo os produtos que precisa, entre os quais aqueles que irá usar para preparar um churrasco para os amigos. Gasta em torno de R$ 250,00. Na hora de passar pelo caixa uma surpresa: 7 pessoas na fila, 15 minutos de espera e um caixa desmotivado e pouco feliz com a função que exerce. Bom supondo que o cérebro humano realmente armazene as últimas experiências e as negativas, nessa situação proposta, esse cliente terá armazenado uma experiência ruim daquela marca. 

Do ponto de vista analítico, as deficiências no processo final de compra são normalmente reveladas por alguns índices. Gestores felizardos podem gerenciar suas operações com apoio dos 3 indicadores de mercado abaixo:

– índice de satisfação,

– intenção de recompra

– índice de recomendação da marca.

A marca pode apresentar ótimos índices de lembrança, ter um belo market-share e uma boa avaliação dos produtos vendidos. Porém, as deficiências associadas à última experiência do consumidor são reveladas pelos baixos índices de satisfação, intenção de recompra e recomendação da marca.

Entendo tudo isso, mas o que fazer? A dica é analisar os processos de compra e interação dos clientes da sua empresa (ponto de venda, e-commerce, pós-venda,etc.) e verificar honestamente se as últimas experiências desses processos estão dentro do nível esperado pelos clientes. Caso não estejam, corrija imediatamente esses processos. Conheço empresas que trocaram produtos bons e até o ponto de venda por causa de queda do desempenho quando bastaria apenas reduzir o tempo gasto para pagamento.Na medida do possível antecipe o pagamento, reduza filas na saída, reduza tempo de aprovação de transações, reduza o tempo de consultas, reduza tempo de espera do estacionamento. Faça tudo que estiver ao seu alcance para que a última experiência do consumidor seja positiva não dando chances para que o cérebro grave uma experiência final negativa. Com isso os índices melhorarão principalmente o da intenção de recompra. Parece simples? Mas quem faz isso?

 

Fórum Mundial de Neuromarketing

local: São Paulo

data: 06/03/2013 a 08/03/2013

link: http://www.neuromarketingworldforum.com/pt

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Boas festas!!!

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http://www.wordle.net/create

Nova fase do blog

Após 3 anos de posts, encerro a fase atual do blog baseado em conteúdo técnico.

Foram 223 posts nesse período.

Agradeço os mais de 20.000 hits.

Na nova fase do blog escreverei sobre situações que colegas, clientes e alunos propõem no dia-a-dia.

Espero que aproveitem!

Protegido: Links Eng T10 – 06jul2012

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