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    Comecei a blogar em dezembro de 2008 e no início de 2010 lancei a versão atual, resultado de congressos, aulas, workshops e inúmeros projetos realizados nos últimos anos sobre o que o mercado chama de "analytics".

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Insights eventos Metrics Summit 29/11/2012

Pessoal, preparei uma lista dos principais insights do evento Metrics Summit 2012:

– o perfil do pessoal que trabalha em métricas e monitoramento digital é diversificado: tem gente de comunicação (o principal), administração, matemática, física, gastronomia, história, ciências sociais, jornalismo, etc.

– tendência para 2013/2014 – compra programática de mídia on line, parecido com a compra de palavras no add words por exemplo;

– aumento no uso das metodologias Social CRM e social Mining;

– crescimento do uso de ferramentas baseadas no conceito de Big Data;

– mercado profissional: salários variam entre R$ 2.000 e R$ 8.000 e há um “apagão de profissionais” devido a maior oferta de vagas do que pessoas disponíveis;

– por ser muito novo, o mercado de métricas e monitoramento necessita criar metodologias para embasar as atividades, criar cases e vender os conceitos com mais facilidade;

– A jornada da decisão do consumidor mudou – a revista Harvard Bussiness Review endossa essa realidade em sua edição de dezembro de 2011 (http://tectriadebrasil.com.br/estrategia-digital/porque-o-facebook-e-essencial-a-sua-marca/)

– alguns anunciantes estão substituindo a pesquisa de mercado pelo monitoramento das redes sociais. Especialistas consideram que é um erro pois o monitoramento é uma ferramenta que dá um recorte específico e com isso, não é tão abrangente quanto uma pesquisa de mercado;

– as redes sociais são uma caixa de ressonância do que acontece no mercado. O monitoramento dá a visão instantânea dessa caixa de ressonância;

– boa parte dos anunciantes não investem mais em mídia social pois não são convencidos que o retorno vale o investimento;

– caminhos para melhorar o convencimento sobre aqueles que detém o investimento: criar seminários básicos sobre os principais temas de mídia social; criar métricas de fácil assimilação; criar, publicar, disseminar cases de sucesso;

– uso da ferramenta “nuvem de palavras” para qualificar textos, sites, blogs, conteúdos em geral. Existem diversos aplicativos gratuitos na internet: http://www.wordle.net/, http://www.tagcrowd.com/, http://www.jasondavies.com/wordcloud )

– composição de datamarts de usuários com visão integrada ao nível de usuário – na prática, baixe os dados de usuários de diversas redes no nível conta/login, misture-os usando uma chave única de deduplicação, e construa padrões de comportamento mais abrangentes do os atuais rede a rede;

– paradoxo das redes sociais: quanto mais interativo os relacionamentos entre usuários e marcas, menos se sabe sobre o usuário no âmbito geral;

– a maioria dos profissionais de redes sociais desconhece metodologias já existentes em outras disciplinas (construção de banco de dados com visão única do cliente, deduplicação, merge & purge de tabelas, mensuração de ROI e ROMI, amostragem, métodos quantitativos, lifetime value, células-teste, entre tantas outras técnicas).

 

Métodos quantitativos para marketeiros

Olá pessoal, estou disponibilizando duas vagas para “coaching” de métodos quantitativos para profissionais de marketing, com duração de 2 meses (com 8 conversas semanais) por conference call.

Conteúdo: é customizado de acordo com as necessidades do profissional. Os principais temas são:

– estatística descritiva

– análise de regressão

– estatísticas multivariada

– pesquisa quantitativa

– database marketing

– pacotes estatísticos

– elaboração de questionários de pesquisa e tipos de variáveis de análise

– métodos quantitativos aplicados a CRM e marketing direto

– outros temas ligados a problemas de negócio

Pré-requisitos: conta no skype e ser profissional de marketing

Valor: free

Período: julho/2012 a agosto/2012

Critério  de escolha: ordem de envio de confirmação pelo blog, sendo uma vaga para São Paulo e outro fora de São Paulo

Neurociência

Pessoal, segue a reportagem sobre neurociência publicado hoje no portal do estadao.

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Ele sabe o que você está pensando

Empresas como PepsiCo, Visa e Citi estão contratando o neurocientista A.K. Pradeep para analisar o que se passa no cérebro dos consumidores

27 de maio de 2012 | 21h 00

Lílian Cunha, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – O que faz o Cheetos, da PepsiCo, vender mais de US$ 4 bilhões ao ano? Não é seu sabor ou seu aroma artificial de queijo. Também não é sua textura, nem seu formato. Tão pouco sua praticidade ou o fato de ser crocante. O que transforma um simples Cheetos em um “snack” bilionário, segundo o neurocientista Anantha Krishnan Pradeep, é o que acontece com o salgadinho depois de mastigado: ele gruda na boca do consumidor.

Com uma espécie de capacete high-tech que lê as correntes elétricas geradas no cérebro, Pradeep consegue medir a intensidade das ondas de prazer geradas no cérebro de quem come um Cheetos. O ápice das ondas que refletem prazer acontece, segundo ele, quando o salgadinho fica grudento. “Cada produto ou serviço precisa ter o que chamamos de assinatura neurológica icônica: uma peculiar e extraordinária característica que é evocativa para o cérebro. No caso do Cheetos, é a sensação de grude na boca.”

Para descobrir, ou criar uma assinatura neurológica icônica – a característica que cativa o consumidor – grandes empresas como Microsoft, Citi, Google, HP e a própria PepsiCo se tornaram clientes de Pradeep, um indiano tagarela radicado em Berkeley, na Califórnia. Praticante contumaz de ioga – “Faz muito bem para o cérebro”, diz ele – o cientista é fundador da NeuroFocus, empresa de neurociência aplicada ao consumo criada em 2005.

Em maio do ano passado, a NeuroFocus foi comprada pela Nielsen, uma das maiores empresas globais de pesquisas de mercado, que manteve Pradeep como chefe da unidade. Descobrir como o cérebro dos consumidores reage a marcas, produtos, embalagens, publicidade, ao modo de exposição no ponto de venda e até ao preço de produtos e serviços é o negócio da NeuroFocus.

Prazer e frustração. Por meio de equipamentos usados na medicina (como o eletroencefalograma portátil, em forma de capacete, usado no caso do Cheetos), Pradeep consegue ler e distinguir as ondas cerebrais que expressam prazer e as que mostram frustração – em situações como a de um consumidor experimentando um produto ou fazendo compras em uma loja. “Assim, conseguimos saber exatamente o que agrada e o que frustra o consumidor”, diz o neurocientista.

Não é, por exemplo, o ato de comprar, segundo Pradeep, que dá mais prazer a uma pessoa que passeia em um shopping center. “É a experiência de encontrar novidades ou os produtos que suprem melhor nossas necessidades subconscientes. É isso que libera dopamina, o neurotransmissor que dá sensação de prazer”, diz o especialista. “Nosso cérebro é biologicamente programado para buscar essa experiência de encontrar soluções surpreendentes”, afirma.

Os estudos e pesquisas da NeuroFocus são feitos com consumidores voluntários. É difícil conseguir gente disposta a usar o capacete de eletroencefalograma? Pradeep diz que não.

“Existe muita curiosidade sobre o cérebro. As pessoas colocam a mão no peito e ouvem o coração, mas não sabem como o cérebro funciona. Ser voluntário em nossas pesquisas ajuda nesse entendimento”, diz. A NeuroFocus, segundo ele, já fez pesquisas no Brasil para clientes muito interessados em saber o que o consumidor brasileiro quer. “Várias empresas multinacionais têm nos contratado para pesquisar o mercado do País”, diz ele, que não pode revelar o nome dessas companhias.

Aqui, a neurociência voltada ao consumo tem conquistado seu espaço. A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) criou em 2010 um curso de extensão sobre a matéria. No ano passado, a disciplina foi incluída no curso de pós-graduação em Ciências do Consumo Aplicadas.

“Os primeiros estudos a respeito surgiram há dez ou 12 anos”, diz o professor de neurociência aplicada ao consumo da ESPM, Pedro Calabrez Furtado, para quem Pradeep é um dos maiores nomes nesse campo. “É infantil achar que as empresas vão ler a mente de alguém”, diz. “Mas essa é uma ciência que tem ajudado as empresas a saber com mais precisão o que o cliente quer.”

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Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,ele-sabe-o-que-voce-esta-pensando,113969,0.htm

Acessado em: 28/05/2012

Dia do profissional de marketing

Parabéns a todos os amigos, alunos, colegas, clientes, leitores que trabalham em marketing e conseguem êxito em suas atividades neste mercado incrível e complexo que muda todo dia!

“Marketing is not the art of finding clever ways to dispose of what you make. It is the art of creating genuine customer value.”
                                                                                                                                                                               -Philip Kotler

Social Media Brasil 2012

Não importa o que tenha prá fazer….vá!

São Paulo 11-12 maio

link: http://mediaeducation.com.br/socialmediabrasil/

2011 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2011 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Syndey Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 9,100 times in 2011. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 3 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

Férias do blog

Caros leitores, encerro aqui as postagens de 2011.

Foram mais de 9.000 hits neste ano.

Agradeço as leituras, comentários, interações e pedidos de conteúdos.

Só posso dizer… obrigado!

Boas festas!

Até janeiro!