Em seu livro Competing on Analytics, DAVENPORT define 8 degraus de “inteligência” de uma empresa moderna no uso de “analytics”.
No nível mais baixo estão as empresas classificadas com “relatório padrão”. Emitir relatórios de vendas, performances, custos, é o máximo que a empresa faz em termos analíticos. Na outra ponta da escala, no degrau mais elevado, estão as empresa que realizam “otimizações”. Já percorreram todo os níveis e encontraram a vantagem competitiva através de algoritmos de otimização baseados em pesquisa operacional.
Para ilustrar citarei 3 experiências profissionais.
– Em uma delas, a empresa estava no estágio 1-2 e havia adquirido um sistema de relatórios gerenciais e instalou diversos aplicativos em forma de “cubos” para os gestores realizarem suas próprias análises. Foi um grande avanço, perante a concorrência inclusive.
– Há uma empresa que é especializada em vendas por marketing direto que aplicada de forma intensiva modelos de regressão logística nas campanhas de marketing direto. Essa empresa apresenta um diferencial enorme em relação a concorrência na medida que possui um custo de aquisição inferior e não estressa a base de clientes com ofertas irrelevantes.
– Qual seria o próximo estágio dessa empresa? Seria o estágio da otimização. Estágio já atingido por várias empresas do setor financeiro. Algoritmos ajudam os gestores e decidir como otimizar a verba de comunicação. O ponto ótimo é obtido pela aplicação de métodos de pesquisa operacional (PO).
Como sempre em termos de mercado, o importante não é estar no degrau mais avançado mas, sim, estar um ou dois degraus a frente do concorrente.
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