Segundo reportagem do Grupo Estado de SP (http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,metade-dos-sites-de-compra-coletiva-no-pais-esta-inativa,95563,0.htm ) revela que metade dos 1,6 mil sites de compras coletivas brasileiros está inativa – não divulga ofertas ou está fora do ar.
Após o “boom” inicial desse mercado que iniciou-se no Brasil em 2010 e caiu no gosto de milhões de brasileiros em busca principalmente de descontos, não resta dúvida que a partir de agora haverá um concentração e depuração de mercado, restando apenas os grupos que tiveram fôlego financeiro e marcas sõlidas além de sites “nichados”.
O foco atual na capacidade operacional,navegabilidade e abrangência dos produtos e parceiros deverá ser revista uma vez que os consumidores que já incorporaram o novo modo de comprar produtos e serviços já demandam por aumento na personalização e interação com os sites.
Nesse contexto a aposta é que os grandes grupos precisarão de “know-how” de segmentação, armazenamento de dados de comportamento, entendimento de ciclo de vida do cliente, conceitos de recência, frequência e valor, mineração de dados,entre tantas outras ferramentas já disponíveis de CRM.
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